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sexta-feira, 8 de julho de 2011

O mal saiu do PV. Será que foi cortado pela raíz?

O PV, antigamente, era aquele partido “inovador”, mas sem muita representatividade. Quando se falava em PV, só se tinha em mente Fernando Gabeira, e suas propostas consideradas por muitos, malucas.

O Greenpeace entrou na moda, a WWF entrou na moda, e o PV cresceu, empurrado pelas novas questões “verdes”, como o aquecimento global que virou assunto da vez há anos.

Eu sempre respeitei o Partido e, principalmente, Fernando Gabeira! Figura acessível, que faz questão de se renovar sempre. Acho essa característica importantíssima num político.

“Gabeiras” à parte, venho para falar do ruim, da parte podre, da árvore falsa e sem raíz, que eles aceitaram em seu quadro, sem que eu consiga entender, até hoje, o motivo real: Marina Silva, ou, a “creonte”, como costumo me referir a ela no twitter.

De novo, é a “Ode ao pobrezinho” fazendo sucesso no Brasil! Se Marina Silva não fosse do Acre (Estado onde levou uma “lavada” eleitoral em 2010. Normal?), não fosse considerada “minoria”, não tivesse sido alfabetizada depois da idade padrão, o que ela seria hoje, no cenário político? NADA! Ou melhor, seria a “esposa do cara que roubou o mogno, segundo Aldo Rebelo”.

Recém saída do PT, ela foi aceita no PV. Poxa, PV! Se a mulher foi ministra durante o escândalo do mensalão e ficou por lá mesmo, vocês não sentiram cheiro de “caroço no angu”?
A desculpa dela? Disse que ficou no PT na época, porque queria “fiscalizar” o que estava acontecendo.
Ah, Marina! Historinha para boi dormir! E o pior: brasileiro cair!

Fico RADIANTE com a notícia de que, finalmente, depois de dúvidas, mais dúvidas e mais dúvidas a respeito do caráter e competência da ex-ministra, ela tenha se retirado (iniciativa dela, mas fico feliz assim mesmo) do PV.
E vamos lá, PV: quem tem Alfredo Sirkis, que diz que “os barrigudinhos de terno, aí em cima, não parecem ruralistas”, não precisa de mais uma figura patética como Marina! O partido que era das inclusões sociais, das causas ambientais, do modernismo político, virou cabide de gente preconceituosa (o Sirkis foi! Extremamente, em seu infeliz comentário) e duvidosa?

Gabeira, querido! Pega essa rédea de volta e coloca o partido no lugar de respeito que ele conquistou com tanta luta!

Marina, vá para o PSD, minha querida! O lugar dos “creontes” sem ideologia sólida, é lá!

Abraços da Filhinha de Papai!

Um comentário:

  1. A melhor forma para medir um político é ver o seu desempenho, numa eleição nacional, na sua terra natal.
    Veja: Alckmin foi para o segundo turno, em 2006, graças a São Paulo.
    Já Marina tomou uma lavagem, como citaste, no Acre. E o pior é que antes da eleição Marina havia declarado: "no Acre não preciso fazer campanha. Todos me conhecem". Tá bom então né...

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