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sábado, 20 de agosto de 2011

PARTICIPAÇÃO ILUSTRE!! O texto é do amigo Bruno Dornelles de Castro, do Rio Grande do Sul


A máfia verde fará ao Brasil uma proposta que ele não poderá recusar!

O título recorda a célebre frase de Don Vito Corleone, em O Poderoso Chefão, quando o mafioso tem certeza da execução de sua vontade desejada pela vítima, em razão da coação que esta irá sofrer. E assim ocorre em toda a América Latina e África: a máfia em questão age com vontade e força potestativa, conquistando milhares de jovens bonzinhos para a execução de seus planos, sejam eles de boa ou má intenção, maconheiros ou simpatizantes da legalização, rebeldes com ou sem causa ou simplesmente insatisfeitos com o sistema desigual e selvagem, fruto do capitalismo americano e do modelo de economia neoliberal malvada. O México a famiglia forçou a entrar no NAFTA, para que o país fosse superabastecido com o milho americano subsidiado, o que fez a agricultura local quebrar e nunca mais se recuperar. A África, rica em carvão e petróleo, é impossibilitada de explorar seus recursos em face aos seus capangas internacionais, que exigem que toda a sua vegetação seja preservada, mesmo que isso custe a vida de milhares de africanos que necessitam urgentemente plantar para comer. Não estou falando de mafiosos sicilianos, estou falando das ONGs internacionais ecofundamentalistas, e, sim, elas já chegaram ao Brasil e estão no poder.
O documentário The Great Global Warming Swindle denuncia a índole manipuladora de tais ONGs, mas interessante mesmo é o relato do co-fundador do Greenpeace, Dr. Roy Spencer. Este afirma que o Greenpeace, quando criado na década de 80, tinha como objetivo a postulação de meios que preservassem o meio-ambiente em prol da economia de recursos e do uso futuro destes, mas a queda do Muro de Berlim contribuiu para que muitos dos amantes da cortina de ferro soviética, agora soltos pelo mundo, adentrassem e politizassem a organização, de forma com que Spencer asseverou, em certo momento, absurda a luta da organização contra o uso de cloro. Ocorre que o cloro é basicamente importante no tratamento de águas, e obviamente não havia razão para tal atitude, salvo se existisse um interesse maior por detrás, e existia. Não obstante a luta do cloro, oGreenpeace iniciou lutas políticas contra o uso de energia nuclear limpa, contra o uso de agrotóxicos - necessários para uma produção maior e um alimento mais limpo -, contra a plantação de alimentos transgênicos - que há mais de 20 anos são plantados nos Estados Unidos - e agora, contra o "novo mal da hora": a plantação brasileira de alimentos em morros - também chamadas de várzeas - praticadas há mais de um século por imigrantes italianos e alemães que sempre dependeram de tal porção de terra para sua sobrevivência, especialmente na serra gaúcha e em Santa Catarina.
O caso das várzeas se confunde a todos os casos previstos pelo projeto do novo Código Florestal, que ainda falta ser aprovado em votação, no Senado da República. A última grande modificação do Código Florestal ocorreu em 2001, onde foram adicionadas diretrizes completamente absurdas, como a transformação das costas de rios, lagos e mares de trinta a quinhentos metros de distância em Áreas de Preservação Permanente, independentemente destes se localizarem em áreas urbanas ou rurais. Ademais, trouxe a obrigação de preservação das supostas "matas nativas" fixando elas, sem qualquer critério, no mínimo de 20% de todas as propriedades rurais, sob pena de supressão, indiferentemente do fato do Brasil ser uma enciclopédia em termos de vegetação. Claro, a penalidade é excluída, segundo o Código, se o dono da propriedade preencher essa área com árvores frutíferas ornamentais ou industriais, compostos por espécies exóticas. Ou seja, alguém aí já viu alguma seringueira à venda em algum supermercado gaúcho? Em outras palavras, é um preservar por preservar, sem qualquer utilidade humana ou pública, em que se desconsideram totalmente ambas em prol do silêncio e aprovação dos "hippies" do exterior e dos traidores do bem público que aqui trabalham como suas células.
É óbvio imaginar o encargo de tal legislação para o pequeno produtor - aquele que possui menos de dez hectares de terra - que para o sucesso do plantio e sobrevivência familiar, depende da ocorrência de chuva, pois não detém capital ou conhecimento de engenharia e tampouco espaço para montagem de uma barragem em sua propriedade. Não somente isso, o pequeno simplesmente não sobrevive em meio a um dólar baixo e um Mercosul que, com moedas mais desvalorizadas e a produção rural das mesmas espécimes, vêm para o território brasileiro competir com melhores condições do que o próprio brasileiro. Em suma, ocorre o mesmo com toda a indústria, exceto a automotiva, que sempre possui subsídios governamentais para barrar a competição argentina ou uruguaia, como se o Brasil fosse apenas produtor de carro, e não de alimentos, calçados, etc. Assim, imagine tomar, para preservação, pedaços de terra em uma área que certamente já não é mais nativa, de um produtor em tais condições.
O novo Código Florestal em tramitação apenas permite que essas áreas de preservação - agora melhor caracterizadas e flexibilizadas pelo projeto de lei aprovado na Câmara - sejam legisladas, não pela União - que dificilmente saberá diferenciar uma floresta tropical de um pampa gaúcho, como de fato não soube -, mas pelos estados, onde essas áreas estão de fato inseridas! Quando os politicamente corretos falam que o desmatamento foi legalizado, eu pergunto, onde? Extração ilegal de madeira nativa da Amazônia continua sendo crime ambiental, tal como vazamento de combustível em mares territoriais. Então o que os fanfarrões da razão escondem? Simples: agora, em caso de interesse público, do qual somente o Estado poderá se pronunciar a respeito, poderá ocorrer atividade na área em questão, colocando a pessoa novamente acima do meio-ambiente, ao mesmo tempo que continua sendo crime qualquer ação nociva a ele.
E agora, pergunto: "quem são a holandesa Greenpeace e a belga WWF para se meterem no que é melhor para os brasileiros? Se o que é melhor para nós não interessa a eles, desde que nos mantenham com mato de sobra, mas produção alimentícia de menos?". Há uma semana atrás, no blog do Reinaldo Azevedo, foi publicada uma cartilha de uma ONG chamada David Gardiner & Associates - que se auto-afirma uma empresa estratégica para a sustentabilidade ambiental -, da qual fica bastante óbvio o objetivo destas organizações no sentido de tornar nossas áreas verdes em territórios proibidos dos quais o meio-ambiente será preservado, enquanto a agricultura deles se torna forte o suficiente para que sejamos seus futuros clientes e não nos falte alimentos. Ora, a produção brasileira, sem Mercosul, seria igual ou maior a americana! Porém, não foi a primeira vez que segundas intenções de ecofundamentalistas ficam à vista de terceiros. Os e-mails da Unidade de Pesquisa Climática da Universidade de East Anglia, que vazaram no fim de 2009, provam que o Dr. Phil Jones, chefe da unidade na época, sugeriu a exclusão dos dados do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas da ONU, por haver certeza da manipulação dos dados em relação a um suposto aquecimento global. Agora, resta saber da presidente, que já se declarou contra o novo Código Florestal, se seremos para os gringos o Brasil in the jungle que eles desejam ou o Brasil independente, tal como nossa Constituição nos descreve e nosso povo afirma ser.

Bruno Dornelles de Castro - 19/08/2011

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Economia, Ecobobos! ECONOMIA!!!


Sim, eu sou quase uma “ecoboba” também! Sempre admirei o PV, levantei todas as bandeiras que achei válidas, meu marido é incomodado por mim, diariamente, porque peço que economize água, energia elétrica, gasolina, gás....tudo com a seguinte frase: “Amor, o planeta, amor! O PLANETA!”.

Causas válidas sempre serão válidas. Porém, ontem, estava assistindo ao excelente documentário, exibido pelo Canal History Channel, chamado “Profetas da Maldição”. Os “profetas” em questão eram cientistas, explicando suas previsões para o fim da humanidade. Entre eles, sim, aqueles que acreditam no término dos recursos hídricos, no término do petróleo e afins, mas um deles me chamou muito mais a atenção: o Economista que explicava sua teoria de fim do mundo baseado nos fatos ECONÔMICOS mundiais.

Hoje em dia, no mundo, existe muito mais CRÉDITO do que dinheiro! Alguém aqui no Brasil entendeu, em primeiro lugar, a primeira crise dos Estados Unidos em 2008, depois as consequências sobre o mercado mundial, depois, as crises na União Européia, em função de Economias diferentes tentando ser iguais, agora, os protestos na Inglaterra, os Estados Unidos pedindo ajuda à população?....

Hoje, a mundialmente conhecida como “poderosa” HP, ou Hewlett-Packard, abriu o pregão da bolsa americana caindo 22%. Normal?

Brasileiros, acordemos! O mundo acaba em DINHEIRO! E se nós não começarmos a nos informar melhor, agir melhor, entender melhor...não vai dar tempo de acabar a água, o petróleo, ou as calotas polares derreterem. Vamos acabar nos matando, graças às grandes gafes econômicas cometidas por nossos líderes, e não combatidas por nós!
Hoje, José Serra foi primoroso em relação ao assunto! Peço que se dispam de preconceitos e tirem um tempinho para ler no site dele: http://www.joseserra.com.br/archives/1399

#Oremos? Não!! ESTUDEMOS ECONOMIA!

Com amor e fraternidade,

Filhinha de Papai

domingo, 14 de agosto de 2011

Carta para meu pai


Oi, Pai!

De novo, estou eu aqui, torcendo para que as conexões contigo possam ser feitas através da modernidade também! Segunda vez que eu me comunico contigo publicamente, via internet. Será que tem um leitor de blogs, aí onde você está?

É paizinho! Eu não sei ao certo, ainda, como funcionam os mistérios da vida, muito menos os da morte! Mas eu sei que te amo, sempre amei, sempre amarei. Que você me faz falta todos os dias e que eu tive uma sorte imensa de ter tido um homem tão de bem, quanto você, participando da minha criação e me passando valores sólidos de honestidade!

Hoje, pai, eu sei que sou um baita motivo de orgulho para você! Eu fiz tudo direitinho, do jeito que você me disse: não ganho fortunas, mas o que ganho é totalmente honesto! Nunca prejudiquei ninguém deliberadamente (se o fiz, foi sem querer), não “puxo tapetes”, entendo de contabilidade, como você sempre quis, e ainda consigo que digam que eu sou uma pessoa boa! Gostou? Tenho certeza que sim!

Pai, dias como hoje fazem com que eu sinta mais ainda a sua falta, mas eu sinto todos os dias, principalmente porque você sempre foi um ser humano dos mais HUMANOS! E está faltando gente assim, aqui neste mundo!

Peço, somente, que eu continue lembrando dos ensinamentos que você e mamãe me passaram:  que eu consiga, todos os dias, agradecer pela vida maravilhosa que tenho, e lutar para que as vidas de TODOS sejam melhoradas! Que eu saiba separar o joio do trigo, percebendo onde poderei fazer a diferença e onde não posso, absolutamente, agir! Que eu consiga, sempre, dar uma levantadinha nos olhos e olhar em volta, quando estiver concentrada em meu umbigo.

Que eu pratique o amor, que eu aprendi a praticar melhor depois que você me deixou aqui, exatamente porque eu tinha tanto amor pra te dar e muitas vezes, economizei palavras, por bobagens.

Que, de onde você esteja, que você consiga saber que eu tento ser uma pessoa melhor, e parte da culpa disso é sua!

Obrigada, papai! Por ter feito tanta questão de ter uma filha incorrompível em seus valores morais. Se estiver me lendo, ou me ouvindo pensar, tente juntar uma turma do bem por aí, e mande energias desse tipo para cá! O mundo está precisando muito!
Que vocês possam ajudar aos que aqui estão lutando, a espalhar o amor!

Eu te amo para sempre! E agradeço para sempre, por ter passado vinte anos ao seu lado!

Feliz dia dos pais, paizinho!

Beijo com amor,

KK, a legítima filhinha de Papai!